Elegia

Na rosa dos dragões
em embriões plasmados
morgados répteis
ágeis trafegariam
e rangeriam seus dentes:
à frente uma rã
verdade sã sábia mas atada
urra acuada e presa no berço
um terço a coaxar
devagar no lento lamento
do vento insano:
profano como ` mal
inventa um vau e a boca
sedenta e oca entoa
um canto à-toa
na proa dum barco
que roda em arco para Iris
no poder de Isis com mentes
e dentes suculentos: um oceano
formano mil razões
pra rosa vil dos dragões.

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