CANTARE ESTÓRIAS NO MÉXICO

A obra Cantare Estórias será apresentada no México de 17/09 a 24/09/2011.
Acompanhe a programação pelo site:
http://148.204.43.172:8080/cenlex/portugues/index/

INSTITUTO POLITÉCNICO NACIONAL CENTRO DE LENGUAS EXTRANJERAS UNIDAD ZACATENCO EL CENLEX ZACATENCO TIENE EL
HONOR DE INVITARLOS AL EVENTO “DIÁLOGOS BRASIL-MÉXICO”.

Objetivo: Difundir la cultura y literatura brasileña entre la comunidad de CENLEX Zacatenco e interesados en el aprendizaje de portugués como lengua extranjera.

19 de septiembre de 2011
18:00 hrs.: Inauguración
18:10 hrs.: Las narrativas de la obra “Cantare Estórias”
José Alaércio Zamuner
Maestro en Teoría Literaria y Literatura Comparada por la Universidad São Paulo – USP – Brasil.
Es escritor, profesor universitario, narrador de cuentos y autor de crónicas para revistas y periódicos de Brasil. Dentro de sus publicaciones se destacan: Cantare Estórias y Sertão Flamboyant.

20:00 hrs.: Presentación cultural con el Grupo Fogo Ensamble
Bossa Nova
Direccion: Av. Wilfrido Massieu s/n Col. Lindavista
Unidad Profesional Adolfo López Mateos,
Delegación Gustavo A. Madero
México D.F. C.P. 07738

Dia 20, 13 horas – Faculdade de Ensino Superior Acaltlán – UNAM –
As Narrativas de Cantare.
Dia 21, 16 horas – Universidad Claustro de Sor Juana – Encontro com os professores de português – O Narrador e sua Voz.
Dia 23, 8 horas – Casa do Brasil. Contação de estórias da obra Cantare Estórias.

Vozes Literárias em A Terceira Margem do Rio, de JGR

Ficções: em busca de vozes literárias

Programa: A Terceira Margem do Rio, de João Guimarães Rosa

Público alvo: professores e universitários

Caráter do evento: minicurso

Carga horária: 6 horas (dois ou três dias)

Objetivos:
Este programa literário tem como proposta a prática de leitura e debates literários envolvendo o conto “A Terceira Margem do Rio”, do autor moderno brasileiro, João Guimarães Rosa.

Atividades:
1) Breve estudo sobre a narrativa moderna de João Guimarães Rosa;
2) Análise dos recursos estilísticos da obra estudada;
3) Debates comparativos sobre a obra e os recursos da teoria literária;
4) Promover exercícios de leitura dramática envolvendo a obra em questão.

Justificativas
A construção de uma obra literária é feita por meio de várias armadilhas que o autor usa para conduzir o virtual leitor ao desfecho final de seu mundo inventado, o mundo da ficção. Tais armadilhas, ou pistas, estão espalhadas ao longo das obras de várias formas, aparecendo, dissimuladas, entre os recursos: linguísticos; líricos (ritmo e melodia); nos focos narrativos, criando assim uma voz interna, a voz do autor, sua marca, restando a nós, leitores, encontrar um meio de ouvir essa voz e desvendar as artimanhas do autor, pois, como diz Fernando Pessoa “O Poeta é um fingidor”. E o que é a literatura senão um grande fingimento? Começa pela palavra ficção, que na sua origem nada mais é que fingere, isto é, fingir, inventar, simular.
Seguindo tal raciocínio, a obra de Guimarães Rosa é construída de mínimas partículas essenciais, tais como: natureza, mitos, lendas, fábulas, religião, filosofia oriental, misticismo, homem sertanejo e língua: essa última se desdobra em ritmo e melodia, que vão imprimir, àquelas partículas essenciais, uma voz marcante, que nos remete às grandes narrativas da história literária universal. Dessa forma, na prosa de Guimarães Rosa, dissimulada em “causos sertanejos”, podemos ouvir tanto uma gesta medieval como um embate épico grego, um drama shakespeariano ou um flagrante metafísico e insólito ocorrido no sertão Minas Gerais.

Palestrante:
José Alaercio Zamuner. Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada – USP, Professor Universitário.
Autor das obras: Cantare Estórias, 2ª ed. 2011, Sertão Flamboyant, 1996, entre outras.
Ver currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/7070676286783456
e Blog https://alaerciozamuner.wordpress.com

Contatos: Fones 74 13 68 88
E-mail: alaercio@uol.com.br

Referências Biográficas
Bibliografia básica:
BOSI, Alfredo. História Concisa da Lietratura Brasileira, São Paulo, Cultrix, 1978.
CORTÁZAR, Julio. Valise de Cronópio. Trad. Davi Arrigucci e João Alexandre Barbosa. São
Paulo, Perspectiva, 1993. (Ver capítulo: Alguns aspectos do conto)
GOTLIB, Nádia Batella. Teoria do Conto. São Paulo, Ática, 2003. (Série Princípio) (Ver capítulo: O Conto: um gênero)
KUNDERA, Milan. A arte do romance. São Paulo, Companhia das Letras, 2009. (Ver primeira parte: A Herança Depreciada de Cervantes)
ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. (Ver o conto: O Burrinho Pedrês)
___. Primeiras Estórias.Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1988. Ver o conto: A Terceira Margem do Rio)
TODOROV, Tzvetan. As Estruturas Narrativas. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo,
Perspectiva, 1979. (Ver capítulo: A Narrativa Fantástica)
ZAMUNER, José Alaercio. “A Terceira Margem do Rio”. In: RevistaFAPA, ano VI, Nº 8, São Paulo, 2003.(Ver PDF anexo)
___. “Tradição Oral e Literatura Erudita: a recuperação do Narrador” In: Ficções: Leitores e Leituras (org. Bosi, Viviana e outros). São Paulo, Ateliê. (Ver PDF no blog https://alaerciozamuner.wordpress.com

Bibliografia complementar:
ANDRADE, Mário de. Danças Dramáticas do Brasil. São Paulo. Martins (1º Tomo), 1987.
ARISTÓTELES. Poética. São Paulo, Nova Cultural, 1996.
BENJAMIN, Walter. “O Narrador”. In: Textos Escolhidos. São Paulo, Abril, 1983.
BOSI, Alfredo. O Ser e o Tempo da Poesia. São Paulo, Cultrix, 1993.x
CASCUDO, Luís da Câmara. Contos Tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro, Ediouro, 1998.
___. Literatura Oral no Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio Ed., 1978.x
___. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Itatiaia, 1993.
___. Lietratura e Sociedade. Comp. Ed. Nacional. São Paulo, 1980.
COUTINHO, Eduardo. (org.) Guimarães Rosa. Rios de Janeiro, Civilização Brasileira,
1991 (Coleção Fortuna Crítica)
HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. Trad. João Paulo Monteiro. São Paulo, Perspectiva, 1999.
JOLLES, André. Formas Simples. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1976.
LUKÁCS, Georg. A Teoria do Romance. Trad. José M. M. de Macedo. São Paulo, Duas Cidades, 2000.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. Introdução à Estilística. São Paulo, Queiroz, 1997.
PAZ, Octavio. El Arco Y La Lira. México, Fondo de Cultura Economica, 1956.
SPINA, Segismundo. Na Madrugada das Formas Poéticas. São Paulo, Ática, 1982.
TAVARES, Hênio. Teoria Literária. Belo Horizonte, Itatiaia, 1974.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro. Vozes, 1999.
VICO, Giambatista. “Princípios de uma Ciência Nova: acerca da natureza comum das
nações.” In: Bruno / Vico. Trad. Antonio Lázaro de Almeida Prado. São Paulo, Nova, Cultural, 1988.(Col. Os Pensadores)
ZAMUNER, José Alaercio. Cantare Estórias. São Paulo, Edições Inteligentes, 2008. Obra adotada pelo Apoio ao Saber, FDE, Secretaria de Educação de São Paulo.
___. Sertão Flamboyant. São Paulo, Lábaron, 1996. Editorial, 2001.

Artigo Terceira Margem do Rio

PDF sobre artigo da RevistaFAPA, A Terceira Margem do Rio, de João Guimarães Rosa.

Artigo do Alá – A terceira margem do rio

Contar estórias em sala de aula: o professor e sua voz

PROJETO

Contar estórias em sala de aula: o professor e sua voz

Público alvo: professores dos ensinos fundamental e médio e universitário

Carga Horária: em aberto

Professor: José Alaercio Zamuner

Contatos:

E-mail: alaercio@uol.com.br

cantarestoria@gmail.com

Público alvo: professores do ensino fundamental e médio interessados em desenvolver estudos sobre a tradição de contar estórias.

Objetivos:

Este projeto pretende:

1)      Oferecer breve discussão sobre a tradição oral;

2)      Propor oficina de narrar histórias.

Atividades da palestra;

1)      Apresentação de histórias da tradição oral / popular;

2)      Discutir a prática e tradição de narrar histórias entre os povos. (explicar a variação dos vocábulos história e estória;

3)      Discutir os recursos e estilos usados pelos narradores ao contar histórias;

4)      Promover estudos teóricos pertinentes às literaturas culta e popular(Gênero Narrativo;

5)      Promover exercícios envolvendo adaptações, compilações de textos;

6)      Promover oficina de narrar histórias.

Justificativas:

A recuperação do contador história em nossos dias tem uma importância fundamental, porque esta atividade oferece-nos um retorno às origens da ficção: ao mundo das fábulas, presentes ainda hoje nas comunidades primitivas, iletradas, roceiras, e marcantes em Sonhos de uma noite de Verão, de William Shakespeare, nas obras de Guimarães Rosa, começando por Sagarana, fundamental em Macunaíma, de Mário de Andrade.

A eficácia deste contar história se dá exatamente porque a narrativa oral traz consigo a representação nos gestos e vozes dos narradores. Recuperar esta atividade é impulsionar o aperfeiçoamento e o prazer da prática da leitura; pois subjaz às narrativas um convite, mais explícito, ao ouvinte para uma viagem pelo mundo das fábulas, das fantasias.

Para este projeto “dar voz à literatura pelo ato de contar histórias”, o autor não estabelece uma fronteira na escolha das obras. Os textos selecionados são de autores da atualidade, de domínio público, de autores consagrados e textos da literatura oral, como mitos, lendas, anedotas, fábulas e cantigas de roda.

As fontes são as mais diversas possíveis, já que a intenção de “Ficções: o narrador e sua voz” é contar histórias, não importa a origem. O texto para esta dinâmica pertence à tradição oral africana, mas adaptado às tradições brasileiras, que têm como origem as raças: tupi, européia e africana.

Sobre o autor do projeto:

José Alaercio Zamuner é Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada – USP, Professor Universitário, autor das obras: Sertão Flamboyant, 1996, Cantare Estórias, 2008, entre outras. Ver currículo Lattes  http://lattes.cnpq.br/7070676286783456

e Blog  https://alaerciozamuner.wordpress.com

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFIAS

Bibliografia básica:

ARISTÓTELES. Poética. São Paulo, Nova Cultural, 1996. (Ver primeiro capítulo)

BENJAMIN, Walter. “O Narrador”. In: Textos Escolhidos.’ Modesto Carone. São Paulo, Abril, 1983. (Os Pensadores) (Ver O Narrador)

CASCUDO, Luís da Câmara. Literatura Oral no Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio, 1978. (Ver primeiro capítulo)

___. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d.

ELIADE, Mircea. Mito e Realidade. Trad. Pola Civelli. São Paulo, Perspectiva, 1994. (Ver A estrutura dos Mitos)

RAMOS, Graciliano. Alexandre e Outros Heróis. Rio de Janeiro, 1979. (Ver Primeira aventura de Alexandre)

ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. (Observar em  O Burrinho Pedrês a ocorrência de uma estória dentro de outras)

ZAMUNER, José Alaercio. Cantare Estórias. São Paulo, Plêiades, 2011, 2ª ed. (ed. adotada pelo Apoio ao Saber da Secretaria De Educação do Estado de São Paulo, 2011)

___. “Tradição Oral e Literatura Erudita: a recuperação do Narrador” In: Ficções: Leitores e Leituras (org. Bosi, Viviana e outros). São Paulo, Ateliê  (Ver PDF no blog)

Bibliografia  complementar:

ALENCAR, José de. O Nosso Cancioneiro (Cartas ao Sr. Joaquim Serra). Rio de Janeiro, Livraria São José, 1962.

Almeida, Renato. Manual de Coleta Folclórica. Rio de Janeiro, Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, 1965.

___. Tradições Populares. São Paulo, Hucitec, 1982.

ANDRADE, Mário de. Macunaíma. São Paulo, Círculo do Livro.4.

___. Danças Dramáticas do Brasil. São Paulo. Livraria Martins ed., sem data, (1º Tomo).

BOPP, Raul. Poesia Completa de Raul Bopp ( Org. e com. Augusto Massi). Rio de Janeiro, José Olympio – Edusp, 1998.

Candido, Antonio  Formação da Literatura Brasileira. 2 vols. Rio de Janeiro, Ed. Itatiaia, 1993.

___. Literatura e Sociedade. São Paulo, Publifolha, 2000 (Grande nomes do pensamento brasileiro.)

GRILO, Nícia de Queiróz (organização) e outros. Grupo Granada de Contadores de História.

Histórias da Tradição Sufi. Rio de Janeiro, Edições Dervbish – Instituto Tarika, 1993.

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. Trad. João Paulo Monteiro. São Paulo, Perspectiva, 1999.

JOLLES, André. Formas Simples. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1976.

ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro, José Olympio, 1980.

___. Sagarana. Rio de Janeiro, José Olympio, 1978.

SPINA, Segismundo. Na Madrugada das Formas Poéticas. São Paulo, Ática, 1982.

TAVARES, Hênio. Teoria Literária. Belo Horizonte, Itatiaia, 1974.

VICO, Giambatista. “Princípios de uma Ciência Nova: acerca da natureza comum das nações.” In: Bruno / Vico. Trad. Antonio Lázaro de Almeida Prado. São Paulo, Nova, Cultural, 1988.(Col. Os Pensadores)

WARNER, Marina. Da Fera à Loira: sobre contos de fada e seus narradores. Trad. Thelma Médici Nóbrega, São Paulo, Companhia da Letras, 1999.

ZAMUNER, José Alaercio. Sertão Flamboyant. São Paulo, Lábaron, 1996. Editorial, 2001.

Ficções: vozes e ritmo em “O Burrinho Pedrês”, Sagarana, de João Guimarães Rosa

Um projeto para ouvir a narrativa de João Guimarães Rosa

Autor: José Alaercio Zamuner:

Ver curriculum Lattes  http://lattes.cnpq.br/7070676286783456

Contatos: e-mail: alaercio@uol.com.br

cantarestoria@gmail.com

Público alvo: universitários e professores do ensino fundamental e médio

Carga horária: em aberto

Objetivos:

Este programa literário tem como proposta a prática de leitura e debates literários envolvendo o conto O Burrinho Pedrês, do autor moderno brasileiro, João Guimarães Rosa.

Atividades do curso

1)      Promover estudos e debates sobre a fortuna crítica de Guimarães Rosa,

2)      Discutir a narrativa moderna de João Guimarães Rosa;

3)      Discutir os aspectos estilísticos de  Sagarana,

4)      Analisar os recursos estilísticos presentes na narrativa do conto “O Burrinho Pedrês.”

5)      Promover exercícios de leitura da obra “O Burrinho Pedrês.”.

Justificativas

Ao estudar a obra de João Guimarães Rosa, ficamos sabendo pelos depoimentos da crítica especializada que sua narrativa se realiza através de uma elaboração precisa, detalhes mínimos são forjados na oficina deste autor mineiro, por isso justificam o impacto que Sagarana causou no meio literário brasileiro.

Tais detalhes estão em: natureza, mitos, fábulas, religião, o homem sertanejo e língua (que se desdobra em ritmo e melodia). E são elementos como ritmo e melodia que imprimem à narrativa roseana uma sonoridade, por isso “uma inconfundível habilidade de contar estórias”, que ora ouvimos “causos” de roceiros, ora lemos um drama shakespeariano.

Essa “voz interior” apresenta-se já na abertura do livro de estréia de Guimarães Rosa, voz que seria estendida a obras como: Grande Sertão: veredas, Corpo de Baile, entre outras.

Então, por ser uma questão de “gênese”, vale a pena conhecer um pouco mais o conto “O Burrinho Pedrês.” E ouvir seus os narradores.

Referências Biográficas

Bibliografia básica:

BOSI, Alfredo. História Concisa da Lietratura Brasileira, São Paulo, Cultrix, 1978.

CORTÁZAR, Julio. Valise de Cronópio. Trad. Davi Arrigucci e João Alexandre Barbosa. São

Paulo, Perspectiva, 1993. (Ver capítulo: Alguns aspectos do conto)

GOTLIB, Nádia Batella. Teoria do Conto. São Paulo, Ática, 2003. (Série Princípio) (Ver capítulo: O Conto: um gênero)

KUNDERA, Milan. A arte do romance. São Paulo, Companhia das Letras, 2009. (Ver primeira parte: A Herança Depreciada de Cervantes)

ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. (Ver o conto: O Burrinho Pedrês)

___. Primeiras Estórias.Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1988. Ver o conto: A Terceira Margem do rio)

TODOROV, Tzvetan. As Estruturas Narrativas. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo,

Perspectiva, 1979. (Ver capítulo: A Narrativa Fantástica)

ZAMUNER, José Alaercio.  A Terceira Margem do Rio. In: RevistaFAPA, ano VI, Nº 8, São Paulo, 2003.(Ver PDF anexo)

___. “Tradição Oral e Literatura Erudita: a recuperação do Narrador” In: Ficções: Leitores e Leituras (org. Bosi, Viviana e outros). São Paulo, Ateliê. (Ver PDF no blog https://alaerciozamuner.wordpress.com

Bibliografia complementar:

ANDRADE, Mário de.  Danças Dramáticas do Brasil. São Paulo. Martins (1º Tomo), 1987.

ARISTÓTELES. Poética. São Paulo, Nova Cultural, 1996.

BENJAMIN, Walter. “O Narrador”. In: Textos Escolhidos. São Paulo, Abril, 1983.

BOSI, Alfredo. O Ser e o Tempo da Poesia. São Paulo, Cultrix, 1993.x

CASCUDO, Luís da Câmara. Contos Tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro, Ediouro, 1998.

___. Literatura Oral no Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio Ed., 1978.x

___. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d.

CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Itatiaia, 1993.

___. Lietratura e Sociedade. Comp. Ed. Nacional. São Paulo, 1980.

COUTINHO, Eduardo. (org.) Guimarães Rosa. Rios de Janeiro, Civilização Brasileira,

1991 (Coleção Fortuna Crítica)

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. Trad. João Paulo Monteiro. São Paulo, Perspectiva, 1999.

JOLLES, André. Formas Simples. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1976.

LUKÁCS, Georg. A Teoria do Romance. Trad. José M. M. de Macedo.  São Paulo, Duas Cidades, 2000.

MARTINS, Nilce Sant’Anna. Introdução à Estilística. São Paulo, Queiroz, 1997.

PAZ, Octavio. El Arco Y La Lira. México, Fondo de Cultura Economica, 1956.

SPINA, Segismundo. Na Madrugada das Formas Poéticas. São Paulo, Ática, 1982.

TAVARES, Hênio. Teoria Literária. Belo Horizonte, Itatiaia, 1974.

TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro. Vozes, 1999.

VICO, Giambatista. “Princípios de uma Ciência Nova: acerca da natureza comum das

nações.” In: Bruno / Vico. Trad. Antonio Lázaro de Almeida Prado. São Paulo, Nova, Cultural, 1988.(Col. Os Pensadores)

ZAMUNER, José Alaercio. Cantare Estórias. São Paulo, Plêiades, 2011. Edição adotado pelo Aopio ao Saber (FDE) da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.

___. Sertão Flamboyant. São Paulo, Lábaron, 1996. Editorial, 2001.

Ficções: vozes góticas na literatura

Um projeto para ouvintes narradores de estórias

Autor: José Alaercio Zamuner

Contatos: e-mail: alaercio@uol.com.br

Público alvo: geral

Carga horária: 9 horas

Objetivos:

1)      Desenvolver estudos sobre produções literárias de teor gótico.

2)      Promover oficinas de contar estórias, recitar poemas e leitura dramática.

Atividades do curso

1)      Apresentação de bibliografia para as discussões e direcionamento do curso,

2)      Discutir a prática e tradição de narrar estórias entre os povos

3)      Discutir os recursos e estilos usados pelos narradores ao contar estórias

4)      Discutir as adaptações de textos da tradição culta (editadas) para narração oral

5)      Promover estudos teóricos pertinentes às literaturas culta e popular

6)      Promover exercícios envolvendo adaptações, compilações de textos,

7)      Promover exercícios envolvendo a prática de contar estórias,

8)      Promover exercícios envolvendo a criação de textos,

9)      Dramatização de estórias da literatura oral gótica (domínio público),

10)  Dramatização de textos da prosa de ficção culta gótica (obras editadas).

Justificativas:

A recuperação do narrador em nossos dias tem uma importância fundamental, posto que a prática de contar estórias oferece-nos um retorno às origens da atividade intelectual humana.

Se o ato de narrar estórias traz consigo a representação nos gestos e voz dos narradores, recuperar esta atividade é impulsionar o aperfeiçoamento e o prazer da prática da leitura; pois subjaz às narrativas um convite, mais explícito, ao ouvinte para uma viagem através do mundo da ficção, cheio de exercícios de imagens, que, com a prática da leitura, colaboram com o desenvolvimento cognitivo do ouvinte ou leitor. Essa prática se justifica na consideração de que o homem, em busca de uma compreensão de si próprio, usa as narrativas como um “ruminar” constante, através dos tempos: de sua origem e de sua história.

Desta forma, a prática de contar estórias extraordinárias, góticas que se propõe, será uma visita ao mundo do sobrenatural, do medo, produzido, em princípio, pelos escuros enfrentados pelo homem ao longo de sua história.

Sobre o autor do projeto: ver curriculum Lattes  http://lattes.cnpq.br/7070676286783456

Formação Acadêmica: Mestre – USP

Área: Teoria Literária e Literatura Comparada

(Defesa: Os Narradores de “Causos” em “O Burrinho Pedrês”, SAGARANA, João G. Rosa)

Autor de

Cantare Estórias, maio de 2011, 2ª edição.

Sertão Flamboyant: estórias, 96.

O Camaleão: poemas, 2000.

BIBLIOGRAFIA INDICADA PARA O PROJETO

Andrade, Mário de. Macunaíma. São Paulo, Círculo do Livro.4.

___. Danças Dramáticas do Brasil. São Paulo. Livraria Martins ed., sem data, (1º Tomo)

São Paulo, Duas Cidades, 1987.

Aristóteles. Poética. São Paulo, Nova Cultural, 1996.

Azevedo, Alvares. Lira dos vinte anos. São Paulo, FTD, 1994.

___. Noites na Taverna e Poemas escolhidos. São Paulo, Moderna, 1995.

___. Macário. Belo Horizonte, Itatiaia, 1984.

Benjamin, Walter. “O Narrador”. In: Textos Escolhidos.’ Modesto Carone. São Paulo, Abril, 1983. (Os Pensadores)

Bopp, Raul. Poesia Completa de Raul Bopp ( Org. e com. Augusto Massi). Rio de Janeiro, José Olympio – Edusp, 1998.

Bosi, Alfredo. Reflexões Sobre a Arte. São Paulo, Ática, 1986.(Série Fundamentos)

Cascudo, Luís da Câmara. Contos Tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro, Ediouro, 1998.

___. Vaqueiros e Cantadores. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d.

___. Literatura Oral no Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio Ed., 1978.

___. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d.

Candido, Antonio. Literatura e Sociedade. São Paulo, Editora Nacional, 1980.

___.  Formação da Literatura Brasileira. 2 vols. Rio de Janeiro, Ed. Itatiaia, 1993.

___. Vários Escritos. São Paulo, Duas Cidades, 1995.

Cassirer, Ernest. “A Linguagem” in: Antropologia Filosófica. Trad. Dr. Vicente Felix de Queiroz.  São Paulo, Mestre Jou.

Cortazar, Julio. Valise de Cronópio. Trad. Davi Arrigucci e João Alexandre Barbosa. São

Paulo, Perspectiva, 1993.

Eliade, Mircea. Mito e Realidade. Trad. Pola Civelli. São Paulo, Perspectiva, 1994.

Gotlib, Nádia Batella. Teoria do Conto. São Paulo, Ática, 2003. (Série Princípio)

Grilo, Nícia de Queiróz (organização) e outros. Grupo Granada de Contadores de História.

Histórias da Tradição Sufi. Rio de Janeiro, Edições Dervbish – Instituto Tarika, 1993.

Hoffmann, E.T.A. Contos Sinistros – “O homem da areia” e “Os autômatos” (Estudos de Oscar Cesarotto: No olhar do outro.) São Paulo, Ed. Max Limonad LTDA, 1987.)

Huizinga, Johan. Homo Ludens. Trad. João Paulo Monteiro. São Paulo, Perspectiva, 1999.

Jolles, André. Formas Simples. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1976.

Leite, Lígia Chiappini Moraes. No Entretanto dos Tempos. São Paulo, Martins Fontes, 1987.

Lopes Neto, João Simões. Contos Gauchescos e Lendas do Sul. São Paulo, Globo, 2001.

Martins, Nilce Sant’Anna. Introdução à Estilística. São Paulo, Queiroz, 1997.

Meneses, Adélia Bezerra de. O Poder da Palavra: ensaios de literatura e psicanálise. São

Paulo, Duas Cidades, 1995.

Nunes, Benedito. O Tempo na Narrativa. São Paulo, Ática, 1995. (Série Fundamentos)

Poe, Edgar Allan. Poemas e Ensaios. Trad. Oscar Mendes e Milton Amado. Rio de Janeiro,

Globo, 1987.

___. Histórias extraordinárias. São Paulo, Companhia das letras, 2008.

___. Selected Tales. London, Penguin. London, 1994.

___. The Raven and other favorite Poems. New York, Dove Publications, Inc., 1991.

Potocki, Jean. Manuscritos Encontrados em Saragoça. Trad. Ana Maria Alves. Lisboa, Editorial Estampa, 1971.

Ramos, Graciliano. Alexandre e Outros Heróis. Rio de Janeiro, 1979.

Romero, Sílvio. Estudos Sobre a Poesia Popular no Brasil. Petrópolis, Vozes, 1977.           (Coleção Dimensões do Brasil)

Rosa, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.

___. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro, José Olympio, 1980.

Shelley, Mary. Frankenstein. São Paulo, Martin Claret, 2001.

Silveira, Valdomiro. Os Caboclos. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1962.

___. O Mundo Caboclo de Valdomiro Silveira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1974.

Spina, Segismundo. Na Madrugada das Formas Poéticas. São Paulo, Ática, 1982.

___. A Lírica Trovadoresca. São Paulo, Edusp,1996.

Tavares, Hênio. Teoria Literária. Belo Horizonte, Itatiaia, 1974.

Vico, Giambatista. “Princípios de uma Ciência Nova: acerca da natureza comum das

nações.” In: Bruno / Vico. Trad. Antonio Lázaro de Almeida Prado. São Paulo, Nova, Cultural, 1988.(Col. Os Pensadores)

Warner, Marina. Da Fera à Loira: sobre contos de fada e seus narradores. Trad. Thelma

Médici Nóbrega, São Paulo, Companhia da Letras, 1999.

Zamuner, José Alaercio. Cantare Estórias. São Paulo, Plêiades, 2011.

___. “Tradição Oral e Literatura Erudita: a recuperação do Narrador” In: Ficções: Leitores e Leituras (org. Bosi, Viviana e outros). São Paulo, Ateliê.

___ Sertão Flamboyant. São Paulo, Lábaron, 1996. Editorial, 2001.

Ficções no Folclore: Mitos e Lendas nas Obras de Autores Paulistas

Autor: José Alaercio Zamuner:

Ver currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/7070676286783456

Contatos:
E-mail: alaercio@uol.com.br

Público alvo: geral

Local: Casa das Rosas

Carga horária: 6 horas

Data: 11, 28, 25/10/2011
Inscrições: http://www.poiesis.org.br/casadasrosas/agenda_eventos_interna.php?id=668

Objetivos:

1) Comemorar o folclore paulista;
2) Promover estudos sobre autores e suas obras que trazem
como tema o folclore paulista.
3) Usar como sonoplastia canções do universo sertanejo.

Passos do evento:

1) Discussão sobre o tema: mitos e lendas;
2) Estudar os autores que tratam do assunto;
3) Promover dinâmica de contação de estórias;
4) Fazer exercício de contação de estórias;
5) Promover SARAU sobre o tema do encontro.

Justificativas

Cada região traz sua própria maneira de contar suas estórias populares. Assim, a proposta deste evento é promover uma visita aos mitos e lendas do imaginário popular que aparecem nas obras de autores como: Monteiro Lobato, Valdomiro Silveira, Cornélio Pires, Mário de Andrade e José Alaercio Zamuner. Esta atividade visa estudos sobre o FOLCLORE PAULISTA e contação de estórias acompanhada de canções que abordam esse universo infestado de Lobisomem, Saci, Mula sem cabeça, Loira do Banheiro, Moças que danças com o dianho… entre outros seres de estranhos pareceres.

Bibliografia indicada para o projeto
ALMEIDA, Renato. Manual de Coleta Folclórica. Rio de Janeiro, Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, 1965.
AMARAL, Amadeu. Tradições Populares. São Paulo, Hucitec, 1982.
ANDRADE, Mário de. Danças Dramáticas do Brasil. São Paulo. Livraria Martins ed., sem data, (3 Tomos) São Paulo.
___. As Melodias do Boi e outras peças. São Paulo, Duas Cidades, 1987.
CANDIDO, Antonio. Parceiros do Rio Bonito. São Paulo, Duas Cidades, 1998.
___. Literatura e Sociedade. São Paulo, Publifolha, 2000.
CASCUDO, Luís da Câmara. Contos Tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro, Ediouro, 1998.
___. Literatura Oral no Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio Ed., 1978.
___. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d.
CASSALHO, Valter. Histórias do Arco da Velha. São Paulo, São Paulo, Associação Brasileira de Folclore, Secretaria de estado da Cultura, São Paulo, 2004.
FERNADES, Florestan. O Folclore em questão. São Paulo. Martins Fontes, 2003.
GOMES, Neide Rodrigues. Teatro de Bonecos (Uma experiência mágica na Educação). São Paulo, Associação Brasileira de Folclore, Secretaria de estado da Cultura, São Paulo, 2004.
LiMA, Rossini Tavares de: O Folclore na Obra de Escritores Paulistas. São Paulo,
Conselho Estadual de Cultura, 1962.
___. A ciência do folclore. São Paulo, Martins Fontes, 2003.
LOBATO, Monteiro. Sítio do Picapau Amarelo. São Paulo, Brasiliense, 1957.
___. O Saci. São Paulo, Brasiliense, 1971.
MAYNARD, Alceu. Folclore Nacional, Festas, Bailados, Mitos e Lendas. São Paulo, Melhoramentos, sd.
PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo, Companhia das Letras, 2010.
PIRES, Cornélio. Conversa ao pé do fogo. São Paulo, Imp. Oficial, 1987.
___. O Bandeirante do Folclore Paulista. (Assis Ângelo, org) Manaus (AM), Warner, 1994.
SILVEIRA, Valdomiro. Os Caboclos. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1962.
___. O Mundo Caboclo de Valdomiro Silveira. José Olympio, Rio de Janeiro, 1974.
ZAMUNER, José Alaercio. Cantare Estórias. São Paulo, Plêiade, 2011. (Obra adotada pelo APOIO AO SABER da Secretaria de Educação do estado de São Paulo, FDE)
___. “Tradição Oral e Literatura Erudita: a recuperação do Narrador” In: Ficções: Leitores e
Leituras (org. Bosi, Viviana e outros). São Paulo, Ateliê.
___ Sertão Flamboyant. São Paulo, Lábaron, 1996. Editorial, 2001.